5 DICAS PARA MELHORAR A SUA ALIMENTAÇÃO!

“Ai, queria tanto ser fit”! Já perdi as contas de quantas vezes ouvi essa frase de familiares, amigos, conhecidos ou, até mesmo, dos meus seguidores no Instagram (@paolacarrijo) – já que lá compartilho bastante da minha alimentação.

A verdade é que ser “fit” não é tão difícil assim, mas exige vontade, disciplina e planejamento. Ser “fit” ou, melhor dizendo, adotar uma alimentação mais saudável não corresponde a rigor excessivo ou falta de flexibilidade alimentar. Comer alimentos do bem não implica em dizer que você nunca mais comerá aquele bolo de chocolate da sua mãe, deliciar-se com um prato de macarronada da sua avó ou se afundar num pote de sorvete. Quem nunca?! Implica em dizer que, de um modo geral, você consumirá alimentos “inteligentes” que não só refletirão na sua estética, como na sua parte mental, de disposição e produtividade.

Vamos, então, às dicas para melhorar a sua alimentação?! Se você quiser, também pode ouvir meu podcast no Spotify.

1 – O melhor de tudo é ter equilíbrio!

Não ser rígido a ponto de não se permitir momentos de descontração e encarar a comida como algo “doloroso” – passei por isso por várias oportunidades da minha vida, pois já tive transtornos alimentares -, mas também entender que a qualidade nutricional dos alimentos que consome é sim importante em termos de saúde.

2 – Evitar mudanças muito bruscas

Se atualmente a sua alimentação é totalmente focada em farinhas refinadas, açúcar, frituras e fast-food, não queira que, do dia para a noite, seu prato seja limitado a uma cabeça de alface e um mísero pedaço de peixe grelhado.

Comece com pequenas trocas. Passe a consumir mais salada, frutas, legumes e verduras, troque o consumo de carnes mais pesadas por proteínas de qualidade, troque pães repletos de farinha, açúcar e sal por opções mais saudáveis (com grãos, menos sódio), troque os óleos vegetais por outros de maior qualidade nutricional.

Quando resolvi me alimentar melhor, foi justamente assim que comecei. Desde pequena fui muito acostumada a comer de tudo, então minha alimentação sempre foi mais focada em pratos de comida de verdade. Mas não tinha muito entendimento acerca dos alimentos e suas funcionalidades. Também abusava um pouco de doces (quase todos os dias depois do almoço comia leite condensado com Nescau e bolacha maisena hahaha).

Durante o “terceirão”, na época pré-vestibular, talvez um pouco pela ansiedade do momento, passei a comer em maior quantidade e, na época, diminui a frequência de exercícios físicos em razão dos estudos. Ganhei alguns quilinhos e, pela primeira vez, busquei fazer uma “dieta”. Não me privei de muita coisa, nem passei fome. Simplesmente, passei a fazer escolhas mais inteligentes e saudáveis.

3 – Lançar mini desafios e variar a forma de preparo!

Quem sabe uma semana cortando o açúcar do cafezinho, uma semana sem comer frituras, uma semana sem pedir pizza, hambúrguer ou uma massa no delivery. Ao cumprir pequenas metas é mais fácil de manter a motivação e, consequentemente, fazer com que surjam novos hábitos alimentares.

Comer saudável não é comer sem graça, não é comer sem tempero ou a mesma coisa todo santo dia (não precisa se restringir ao padrão “frango com batata doce”). Busque sempre variar as formas de preparo e os temperos que utiliza.

Priorize aqueles que sejam naturais, a exemplo de orégano, alecrim, manjericão, cúrcuma, pimenta do reino, e evite molhos prontos e industrializados. Habitue-se a ler a tabela nutricional dos alimentos e ver a lista de ingredientes. Por mais que os rótulos de alguns produtos sinalizem que o alimento é “fit”, “light” ou “zero”, fique atento à composição, porque muitos deles possuem ingredientes disfarçados, como o próprio açúcar que vem “repaginado” com outras tantas nomenclaturas.

Uma coisa bem legal de pontuar é que as coisas tendem a ficar mais fáceis com o passar do tempo, seja porque seu paladar muda (juro por Deus!), seja porque você começa a colher os efeitos positivos de uma alimentação mais saudável e equilibrada.

4 – Procurar ajuda profissional 

Quando for numa consulta, conte a verdade para seu médico ou nutricionista e, se tiver algum alimento que você faça muita questão de consumir, a exemplo de um chocolate, comente isso com ele. Quem sabe, ele possa incluir na sua alimentação, fazendo o devido cálculo dos macronutrientes que você precisa consumir, sem que o plano alimentar prescrito seja um martírio ao ser cumprido.

5 – Manter a curiosidade em dia 

Sou uma eterna curiosa. Gosto de testar diversas estratégias alimentares. Nos últimos seis meses, por exemplo, já tive plano alimentar low-carb, high-carb, vegetariano e cetogênico. Gosto de saber como determinado estilo de alimentação se comporta no meu corpo, disposição e também performance no esporte (sou corredora há anos e triatleta iniciante).

Bem importante também é você se identificar com a linha adotada pelo profissional, para que a mudança seja fluida e não um sofrimento ou algo muito diferente daquilo que está acostumado ou apto a fazer.

Permita-se descobrir e gostar de alimentos do bem. Cada vez mais, nos deparamos com maior oferta de alimentos funcionais, saudáveis e muito gostosos; e grande parte dos estabelecimentos – restaurantes, bares e afins – já sentiram a necessidade de se adaptar à essa “tendência”, o que facilita uma alimentação de maior qualidade a qualquer tempo.

Permita-se conhecer um novo mundo! Te garanto que ele é muito prazeroso, mais fácil do que imagina e lhe trará reflexos positivos em todos os aspectos da sua vida!

E aí, mais animado?! =)

Ouça os outros episódios do meu podcast aqui: 

Episódio #1 – Como comecei a correr e dicas para iniciantes! 

Episódio #2 – Como manter sua produtividade durante a quarentena 

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